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Sem limite
A Telefônica espanhola criou uma espécie de blog via mensagens de texto para seus usuários. Todos os assinantes que enviaram uma SMS à operadora estão acompanhando notícias da seleção de basquete que se prepara para um torneio na Europa. Com limite de 160 caracteres por torpedo, um dos jogadores (o ala Alex Múmbru) envia várias informações exclusivas do time aos assinantes (só ontem foram 6).
Na verdade, e isso é o mais assustador em termos de tecnologia, é um blog que chega diretamente ao celular do usuário, que, cada vez mais exigente, quer a informação vinda direto da fonte, sem a presença de intermediários (canal). O mais engraçado é que a imprensa espanhola só ficou sabendo da liberação de um outro atleta (o excepcional Jorge Garbajosa) por causa do blog-torpedo de Mumbru.
A moral da história é que a tecnologia não tem mais limites e só fica sem informação quem quer. Pode-se discutir a volatilidade e a falta de tempo para análises destas informações, mas fechar o olho para a tecnologia, por mais zebra que sejamos (e eu me incluo nisso), é loucura.
Escrito por Fábio Balassiano às 17h32
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Euro
Viver em Euro não deve ser lá tão fácil. Mas aqui no Brasil não acontece nada de útil para mim. Então, quase 18 meses depois, o meu projeto "Velho continente" volta com toda força.
Falta saco para começar as buscas pela internet. Os dois sites que oferecem bolsas são de péssima navegação (e um deles possui a foto do Colombo na capa, hein...), e eu acabo desistindo. Um dia eu chego lá.
No caso, hoje.
Escrito por Fábio Balassiano às 11h30
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Impressões
Engraçado como em algumas situações, por mais que a razão e a verdade sejam evidentes, algumas pessoas conseguem escapar ilesas quando mereciam uma "chamada", outras são capazes de não enxergar e os que o fazem são os "errados" da história. Acontece nas amizades, no amor, no trabalho, em relações enfim.
Como fazer para reverter este jogo? Fazer-se de morto é uma possibilidade - não a que mais me agrada, porém. Contestar é outra - a mais difícil evidentemente, pois mexe com egos alheios. Desistir, jogar tudo pro alto, também é uma atitude que não pode ser descartadas - no entanto, pode parecer, aos outros, que o "equivocado" é você mesmo e, logicamente, é o caminho mais fácil.
O que fazer então? Não sei, são apenas impressões.
Escrito por Fábio Balassiano às 10h35
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Fora da ordem
O mundo vive uma fase pra lá de estranha. Há algumas maneiras de detectar isso.
Você descobre que o mundo está perdido quando o presidente da nação com a economia mais forte manda um aviso ao mercado, pede calma e diz que tudo voltará ao normal brevemente.
Você descobre que o mundo está perdido quando o cara mais competitivo do tênis mundial, o australiano Hewitt, simplesmente pede arrego no jogo contra o melhor do mundo.
Você descobre que o mundo está perdido quando um bandido foge da cadeira e é visto, no dia seguinte, ameaçando cidadãos na mesma localidade onde fora preso pela primeira vez.
Você descobre que o mundo está perdido quando, quase um mês depois do acidente da TAM, nada aconteceu, nada foi feito e o presidente Lula está na Nicarágua.
Você descobre que o mundo está perdido quando, após mais uma "atividade" da polícia carioca que fechou um túnel da cidade, o homem-de-farda-responsável-pelo-ato diz que não passou de uma ação de rotina (rotina?)
E, por fim, você descobre que o mundo está perdido quando Fernando Meligeni ganha do mito Bjorn Borg, por mais exibição que tenha sido a partida em Portugal. Essa, realmente, é forte demais para mim...
Escrito por Fábio Balassiano às 14h53
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Planos
Fazer planos é péssimo. Nem sempre dá certo, quase sempre há um fato novo que faz com que o seu “planejamento” mude completamente e em alguns casos uma merda imensa faz com que ele, o planejamento, suma completamente. Mesmo assim, é difícil não pensar em novos horizontes para o final deste ano: estarei graduado, pós graduado e fluente em dois idiomas. Acho um bom começo para conseguir dar o meu “segundo grande salto”.
Mesmo assim, tenho planos menos, bem menos, ambiciosos para este fim de semana. Não tenho idéia do que farei, mas estou bem empolgado, animado. Talvez dormir até depois da metade do dia, beber um pouco além da conta, falar mais merda que o habitual.
Bom, não sei bem o que acontecerá nesta noite, muito menos em 2008. Mas, dane-se, estou animado com as possibilidades e cada mais empolgado com o que pode acontecer.
Escrito por Fábio Balassiano às 14h03
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