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Suposto suspeito
Chega a ser engraçado. Por menos dúvidas que existam, e provavelmente não há mesmo, o povo brasileiro já condenou o casal Nardoni no caso bizarro da menina Isabella. Não se lembram da Escola Base, que nem faz tanto tempo assim, e contam com um apoio até da imprensa, que também já culpou o pai e a madrasta da menina.
Deve ser difícil mesmo se posicionar, escrever, traçar linhas sobre um assunto tão trágico de uma maneira completamente imparcial. Eu, de verdade, não acredito que isso exista, mas não consigo aceitar que os julgamentos sejam cada vez mais feitos pela população, e não por quem de direito. E viva o Brasil!
Escrito por Fábio Balassiano às 14h31
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Das coisas que não entendo
Sei lá, mas acho que não pega bem. Imagine a cena:
Zeca Pagodinho faz uma propaganda de cerveja (algo já pouco recomendável) e ao final do anúncio diz: "aprecie com moderação".
Peraí, alguém acha que o Zeca Pagodinho bebe com moderação? Tudo bem que anúncio publicitário é uma peça, mas não precisa ser tão irreal também, né...
Escrito por Fábio Balassiano às 23h24
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De medo e de confiança
Não deixa de ser animador quando você sai de um serviço temporário de tão pouco tempo e é bem "avaliado" pelos seus pares. Parece ter feito boas amizades, bons papos, excelentes relações. Lógico que dá um ânimo animal quando você é cumprimentado no seu último dia e dizem que "mandou bem, foi ótimo te ter por aqui". É evidente, mas mesmo assim dá medo.
Medo e uma pergunta cretina mas real: "Se eu fui tão bem e todos sempre gostam de mim, por quê diabos eu fico sempre a ver navios no final?" Sim, eu sei que as circunstâncias nem sempre ajudam, e, de acordo com o Bert, as coisas estão sendo plantadas. Mas, repito, é dose, porque dá uma sensação de ver o barco indo para o norte e você sem saber como chegar.
Tudo bem, a confiança ainda me reserva alguns dias de auto-estima alta, e enquanto estiver assim, estarei vivendo feliz e com as lembranças daquele bolo de chocolate de sexta-feira...
Escrito por Fábio Balassiano às 22h03
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Mix
Não sei exatamente o porquê, mas é diferente, e foi uma diferença bem divertida. Fui a uma micareta pela primeira vez, de fato, e gostei muito. Não exatamente do som (se bem que Ivete Sangalo é audível pacas), evidentemente, mas das bobagens que fizemos por lá. Se isso não bastasse, o pós foi bom também, quando perdi meu telefone e tive que apelar a uma habilidade, a dramática, que não sabia que possuía. E o pós nem sempre é tão bom quanto o durante, vocês sabem.
Mas não dá pra viciar nesse programa. Não só porque só gosto da Ivete, mas também porque é caro pacas, e não serei "patrocinado" pelo De Paola a vida inteira. Mas, na moral, se o decote da Nat estiver sempre por lá, talvez valha o preço, hein...
Escrito por Fábio Balassiano às 15h31
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EPIDEMIA
Um mosquito a minha cidade em estado de sítio. Fala-se em contratação de médicos de outros estados e até de outros países (cubanos). Até dez minutos atrás, eram registrados 70 casos de mortes (alouuuu, eu disse vidas que se foram) por conta da dengue. E se um governo do Rio de Janeiro que se preze já é perdido, que dirá em situações como essas...
Ontem, e eu admito que pode ser um exagero, começou uma campanha para a doação de sangue por aqui. Os locais escolhidos? As quadras das escolas de samba. Mas, peraí, os "mandatários" da Beija-Flor, Vila Isabel, ou coisa que o valha, não são pessoas fora da lei? O dinheiro que "habita" ali não é ilegal, e todos sabemos daonde? Então como o Estado faz este tipo de aliança formal? Sim, sei que a comunidade local não deve sofrer por conta dos imbecis que nos governam, mas não sei, sinceramente, se é a melhor maneira de tentar a começar a solucinonar o caso.
Uma aliança com um traficante, outra atividade ilegal, não seria nenhuma surpresa em breve...
Escrito por Fábio Balassiano às 12h55
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