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foi apenas um sonho
eu não sei pq "Revolutionary Road" precisou ser chamado de "apenas um sonho" no Brasil. Se foi pra chamar a atenção, não precisava. O filme de sam mendes (mais um do cara!) é excelente. Tanto o roteiro quanto a direção são azeitadas, os tons desfocados nos atores pegou bem pacas e os desempenhos do casal Titanic é soberbo. A trama gira em torno do sonho-não-sonho que será realizado pela família Wheeler. Saí do cinema meio pensativo. Pensativo com aquilo que queremos e não fazemos. Pensativo com aquilo que queremos fazer e não fazemos. Sabe aquilo que você quer fazer, mas sempre é vencido pelo medo? Pois é, vai ver o filme...
Escrito por Fábio Balassiano às 20h04
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o gênio...
"Israel abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista" a frase é de Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, país que, como todos nós sabemos, prima pela democracia...
Escrito por Fábio Balassiano às 14h53
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eles e ela
pronto. virou, literalmente, uma farra. agora parece que todos os, digamos, "pontos falhos" dos políticos brasileiros estão sendo devassados em forma de passagens aéreas. acho impressionante isso. o deputado fabio faria pagou passagem até para a sogra. cidadão educado, né? se isso não bastasse, vejo que este tipo de conduta não pode ser "punida" pelo Estado - é um juízo ético de valor, e não penal pelo que entendi. É mole? mas aí o que me chamou a atenção foi o que li, na veja. Uma declaração da galisteu, ex-namorada do fabio e uma das beneficiadas pelas zilhões de passagens do mesmo: "eu nunca havia namorado com político, né". Ao que podemos concluir: pronto, agora a lista está praticamente completa. não satisfeita em ter namorado quase toda a classe masculina da terra (jogador de futebol, piloto, artista, empresário, aprendiz, etc.), agora ela acrescentou a classe "políticos". Que currículo! Galisteu é, realmente, sublime e nos surpreenderá com alguma coisa pior. podem apostar.
Escrito por Fábio Balassiano às 13h05
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w
fui ver w ontem. filmaço de oliver stone. filmaço mesmo. daqueles que você sai do cinema e tem vontade de conversar sobre tudo. eu dei azar. ao meu lado sentou-se arnaldo jabor, e eu não ia conversar sobre o bush com alguém que odeia tanto o bush. mas o "ódiO" é justificado. você sai do cinema com a ligeira sensação, pra ser educado, que o tal "w", ou "junior"´, é um erro por toda a vida. desde que nasceu foi um erro. a pena é que este erro foi presidente dos eua por 8 anos. vale a atuação de josh brolin, vale a atuação do cara que interpreta george bush pai e a que interpeta laura, mulher de bush filho. oliver stone é craque, e pegou extamente a questão para transformá-la em filme: nao fazer julgamentos no roteiro. se deu bem e fez um ótimo filme.
Escrito por Fábio Balassiano às 19h44
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Os gênios também erram
José Saramago comparou os muros de Berlim, o da "Palestina" e os que irão construir aqui no Rio. Disse que são a mesma coisa. Não são. É uma sandice ver a situação assim. Primeiro porque o segundo "muro" que ele cita não era muro. Era cerca. E uma cerca que impede mortes é uma cerca que impede mortes. E ponto. E o "muro" que colocarão aqui no RJ não é "uma barreira étnica", como ele disse, mas uma barreira para não permitir que as encostas "baixem". Saramago é um escritor genial, mas o volume de besteiras que ele fala é surreal. Não dá pra acreditar que alguém que escreveu "História de um cerco a Lisboa" fale tanta besteira sobre o conflito no Oriente Médio, por exemplo.
Escrito por Fábio Balassiano às 11h54
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